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Circular Citri proRESI

Vamos aprender com as mulheres?

2021/3/8

Comemoramos hoje o Dia Internacional da Mulher, data que se assinala desde o início do século XX, mas só a 16 de dezembro de 1977 é que viria a ser oficialmente reconhecida pela Assembleia Geral das Nações Unidas, através da Resolução 32/142.

Este é, por isso, um excelente dia, não só para enaltecermos o papel das mulheres na sociedade, mas também para recordar que, segundo estudos internacionais[1], quando comparadas com os homens, as mulheres têm mais comportamentos sustentáveis e estão mais recetivas a mudanças que permitam cuidar com mais afinco do nosso planeta.

Segundo estes estudos, quando comparadas com os homens, as mulheres estão mais envolvidas nas questões ambientais, demonstram uma maior preocupação com a reciclagem, são responsáveis por deitar menos lixo para o chão e consomem menos carne , optando por uma alimentação de natureza mais vegetal. Para além disso, têm maior abertura à mobilidade elétrica e com maior facilidade atribuem o seu voto a partidos preocupados com questões ecológicas e ambientais.

E porque têm as mulheres estes comportamentos? São vários os motivos que podem explicar estas tendências comportamentais, sendo o primordial aquele que se prende com a natureza cuidadora da própria mulher, demonstrando uma maior preocupação com o coletivo e pelo ambiente que o rodeia, como a própria natureza.

Tendo consciência destas caraterísticas das mulheres, compete aos homens a motivação para melhorar os seus comportamentos ambientais e estarem mais atentos às suas rotinas diárias, identificando em que áreas podem ser mais ambientalmente sustentáveis.

Na Blueotter estamos diariamente mais comprometidos com as melhores práticas europeias e os objetivos estabelecidos nos acordos de Paris e das Nações Unidas, no combate às alterações climáticas e na defesa de um Planeta vivo e sustentável. Por isso, queremos também aprender a cuidar do ambiente como as mulheres o fazem.

Fica o propósito para este Dia da Mulher.


[1] Is Eco-Friendly Unmanly? The Green-Feminine Stereotype and Its Effect on Sustainable Consumption